

O que é estilo? Por que rotulamos os estilos de arte?
Estilo é como o trabalho se mostra, depois de o artista ter tomado suas decisões. Cada artista possui um estilo único. Imagine se todas as peças de arte feitas até hoje fossem expostas numa sala gigantesca. Nunca conseguiríamos ver quem fez o que, quando e como. Os artistas e as pessoas que registram as mudanças na forma de se fazer arte, no caso os críticos e historiadores, costumam classificá-las por categorias e rotulá-las. É um procedimento comum na arte ocidental. Ex.: Renascimento, Impressionismo, Cubismo, Surrealismo, etc. http://www.artesbr.hpg.ig.com.br/Educacao/11/index_hpg.html
Atribuição de Valores
As questões acerca do valor da arte, ou de determinadas obras de arte, surgem quando procuramos fundamentar o que dizemos aos outros ou a nós próprios sobre as obras de arte. E a grande maioria das nossas considerações sobre as obras de arte, são, de uma forma ou de outra, juízos de valor. Quando afirmamos que vale a pena ver um filme ou que o trabalho de um escritor específico deveria ser mais divulgado, estamos a mostrar aos outros que atribuímos valor às referidas obras. Supostamente, como estas são obras de arte, estamos a atribuir-lhe valor estético, ainda que possamos acreditar que estas possuem também valor moral, religioso ou até económico. As tentativas de esclarecer as questões acerca do valor estético são variadas e muitas vezes contrárias. Pode considerar-se a experiência estética como tendo valor em si mesma ou como sendo um meio para atingir valores maiores. Na estética clássica domina a ideia de que a arte tem fins exteriores e superiores a ele própria. Para Kant, por exemplo, a experiência estética permite unir as componentes natural e numénica do homem. Ela tem valor porque cumpre uma função antropológica, por assim dizer. Para John Ruskin a arte serve para educar as populações para valores maiores, nomeadamente os valores tradicionais da nobreza britânica, a honra e a obediência. O seu valor advém da sua função moral. A limite, pensa Ruskin, a educação artística pode ajudar a fortalecer o império. A estética moderna, também inspirada por Kant, tende a afastar-se do modelo clássico e a questionar a relação da arte com outros valores. O desinteresse passa a ser visto por muitos como uma das características distintivas da experiência estética. Beardsley é talvez o maior defensor da independência da experiência estética em relação a outros valores. http://www.alfredo-braga.pro.br/ensaios/valordaarte.html
Limites da Arte
Arte e revolução caminham juntos? É possível mudar os moldes de produção artística contemporânea, estes, baseados no quadro socio/economico/cultural hedonista vigente? Design vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais? Perguntas difíceis de responder. Quadro difícil de observar, perdoem o trocadilho. Desde a invasão ocorrida no centro Universitário Belas Artes no meio do ano liderada por um aluno matriculado na mesma instituição, no curso de artes visuais, venho acompanhando pela imprensa o movimento de grupos que se propõem a desmistificar a arte através da degradação, pichação, intervenção, vandalismo ou sei lá do que chamar isso. Seguiram-se a este evento o ataque a Galeria Choque Cultural e mais recentemente, no domingo (26) dia da abertura oficial do evento, a investida foi na 28ª Bienal de São Paulo onde o grupo de pichadores deixou sua marca no polêmico andar do "vazio". http://www.overmundo.com.br/overblog/os-limites-da-arte
http://www.youtube.com/watch?v=_A_AdwZ6pmM&feature=rec-LGOUT-exp_r2-2r-4-HM

